11/05/2007 – Na manhã desta sexta-fera, dia 11, aconteceu uma nova reunião entre APP-Sindicato e governo do Estado. O encontro ocorreu na Secretaria de Administração e teve como pauta a viabilidade do pagamento da reposição salarial, de 17,04%, em uma única parcela.
A discussão voltou a acontecer após o Projeto de Lei 311/2007, de autoria do governo, que institui o reajuste para os servidores estaduais, inclusive professores e funcióarios de escolas, ter sido adiado para a próxima segunda, dia 14 por falta de quórum.
O adiamento da sessão é uma medida normal adotada pelo presidente da Assembléia Legislativa do Paraná quando não há o número de deputados estaduais presentes, de acordo com as normas do estatuto interno da casa. A decisão não interfere no texto do projeto de lei, nem tem qualquer peso sobre as negociações com o governo ou o posicionamento adotado pela APP-Sindicato até o momento.
Estiveram presentes, pela direção da APP, os professores José Lemos, Marlei Fernandes e Saionara Bocalon e o economista do Dieese, Cid Cordeiro, e o deputado estadual Professor Luizão. O governo foi representado pela secretária de Administração Maria Marta Lunardon, o assessor da Secretaria de Planejamento Arilson Chiorato e a técnica da SEAD, Regina Gubert.
Durante a conversa, o presidente da APP, professor José Lemos, voltou a destacar a importância e como o Estado pretende efetuar o pagamento da reposição. A entidade defende que os educadores recebem em parcela única.
Para demonstrar que a proposta é viável, o economista Cid Cordeiro apresentou um relatório no qual define, com base em números do próprio Estado, que há espaço financeiro para o pagamento do reajuste e 17,04% em maio.
A secretária Maria Marta ouviu os argumentos e informou que na próxima segunda-feira, dia 14, ela participa de uma nova reunião com os secretários de Planejamento e da Fazenda. Os dados apresentados pela APP serão discutidos neste encontro. Ela voltou a reafirmar que fará o possível para que o reajuste seja pago em maio. Por fim, também ficou definida uma nova reunião entre Sindicato e governo no próximo dia 16, às 14h30, quando o tema volta a ser discutido na busca de um desfecho.