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A partir de hoje, o site da APP Sindicato publicará diariamente o clipping de notícias, um apanhado das principais matérias publicadas em veículos de comunicação do Paraná e do país. O material, que já é disponibilizado via e-mail, agora pode ser conferido em nossa página. Acompanhe:
APP SINDICATO
Matérias sítios eletrônicos & jornais
Assessoria de Imprensa APP
31 DE JANEIRO 2007 – QUARTA-FEIRA

Gazeta do Povo http://canais.ondarpc.com.br

Duas novas escolas serão construídas
O governador Roberto Requião homologou ontem licitação para construção de um colégio estadual na Vila Osternack. A unidade, com capacidade para 2,5 mil alunos e custo de R$ 3,7 milhões, deve ficar pronta o ano que vem.
Já o prefeito de Curitiba, Beto Richa, assina hoje a ordem de serviço para a construção da Escola Municipal Abranches, no Jardim Nossa Senhora de Fátima. A escola terá capacidade para 660 alunos em turmas de pré-escola à 4.ª série.

Gazeta do Povo http://canais.ondarpc.com.br

Briga por cargos pode afastar Vargas do governo
A nomeação em cargos comissionados pode causar o primeiro desentendimento entre o PT e o governador Roberto Requião (PMDB). O deputado federal eleito André Vargas, presidente estadual do PT, ameaça não assumir a Secretaria de Estado do Trabalho se não tiver liberdade para nomear diretores e assessores. O atual chefe da pasta, Émerson Nerone (PHS), afirmou ontem, porém, que o governo já lhe garantiu a vaga de diretor-geral da secretaria, cargo que ocupou na gestão de Roque Zimermann (PT).
Bastou a declaração de Nerone para que Vargas repensasse sua ida para o estado. O presidente estadual do PT disse que, ao ser convidado por Requião para compor o secretariado, não negociou cargos e disse que nomearia quem ele quisesse para qualquer vaga.

No caminho de Vargas, há os indicados políticos de deputados do PMDB e pessoas que trabalharam na campanha do governador à reeleição. “A certeza que tenho é a da minha nomeação como diretor-geral. Deixei de ser candidato a deputado estadual e fiz um bom trabalho na secretaria”, afirmou Nerone. “É natural que o André Vargas queira os cargos. Mas não é justa a substituição de todo um grupo que ajudou o governador e se reeleger”, disse ele.
Resta agora ao governador decidir a situação e comunicar aos envolvidos. Caso Vargas não assuma, o deputado estadual Nélson Garcia (PSDB), que também está cotado para a Secretaria de Obras Públicas, pode ser o nome escolhido para o Trabalho.
“O PT foi importante na reeleição do Requião. Mas não a ponto de zerar com os demais funcionários da secretaria”, disse Nerone.
Todo o imbróglio já estaria desanimando Vargas. “O PT tem de estar de verdade no governo. Não tenho vocação para ser marionete e para fazer igual ao Roque, não farei. Há um lobby muito grande por parte do PMDB. Temos de ver qual a melhor opção”, afirmou o petista.
O PMDB está mesmo irritado com o espaço que Requião tem reservado ao PT, principalmente a Vargas, que passou os últimos anos sendo um dos principais críticos do governo do estado. “O Requião tem dado muito abertura para o PT”, reclamou o deputado estadual Nereu Moura (PMDB), lembrando que o mesmo tratamento não tem sido destinado aos peemedebistas. “O PT tem apenas seis deputados na Assembléia Legislativa, sendo um de oposição. E o PMDB tem 16.”
E não é só o PMDB que está chateado com o governador. Aliados, que na campanha eleitoral abriram mão de apoiar a chapa que seu partido determinou, também estão descontentes com o chefe do Executivo. “O Requião está muito estranho. Irreconhecível. A rebeldia de membros do PMDB e aliados do PTB é justa. Nós, do PTB, eu e o Carlos Simões, quisemos apoiar o governador mesmo com o nosso partido tendo decidido pelo apoio a Osmar Dias (PDT) na eleição”, reclamou o deputado Jocelito Canto (PTB).
Canto pediu que o governador dê mais atenção às suas reivindicações. “Mas o Requião não quer conversar com os aliados. As pessoas começam a desanimar e eu sou um deles. Na hora de escolher os secretários, ele não faz uma consulta aos companheiros”, disse o parlamentar. Canto reclamou principalmente das secretarias oferecidas ao PT. “E justamente para o André Vargas, que fez oposição nos quatro anos de governo. Agora, o governador quer premiar quem o atacou. Será que ele acha que ganhou a eleição sozinho?”

O Estado do Paraná http://www.parana-online.com.br

Integrantes do MST ocupam nova área
Cerca de 500 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam ontem a Agropecuária Três Pontos, também conhecida como fazenda Café Piquirí, em Diamante do Oeste, na região Oeste do Paraná. Eles querem pressionar o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para acelerar o processo de assentamento das famílias. Eles estão acampados na região há dois anos.
Os trabalhadores rurais querem pressionar o Incra para que agilize o processo de reforma agrária na região. Há dois anos as famílias estão acampadas nos municípios de Matelândia, Missal e Santa Helena. Eles invadiram a fazenda Café Piquiri e pretendem começar a cultivar a área, que tem 600 alqueires.
Segundo a assessoria de imprensa do MST, os proprietários da área já teriam feito várias ofertas ao Incra para a venda da fazenda. Esta semana, os donos estariam se preparando para mais uma conversa. No entanto, segundo o Incra, não existe nenhum processo formalizado de compra da fazenda. De acordo com o órgão, existem hoje no Estado 70 processos de compra de área em vários estágios, inclusive alguns naquela região. Mas ainda não há uma data definida para o assentamento dos trabalhadores.
De acordo com o Incra, a meta estabelecida pelo Plano Nacional de Reforma Agrária, implantado há quatro anos, é assentar em 2007 duas mil famílias. Um balanço preliminar revela que até agora no Estado seis mil famílias ganharam terra para cultivar e outras sete mil aguardam em acampamentos.
Segundo informações divulgadas no último dia 11 pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) as invasões de terra crescerem 36,11% de 2005 para 2006 no Estado. Em 2005 haviam 36 propriedades invadidas e no ano passado o número pulou para 49. Os dados contestam o relatório da Ouvidoria Agrária Nacional, órgão do Ministério do Desenvolvimento Agrário, ligado ao Incra, que afirmava que as invasões haviam caído pela metade.
O Estado do Paraná http://www.parana-online.com.br

Superávit do governo cai para 2,38% do PIB
As contas do Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e INSS) fecharam o ano de 2006 com um superávit primário de R$ 49,802 bilhões, o equivalente a 2,38% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O resultado é menor do que o apresentado em 2005, quando o Governo Central apresentou superávit primário de R$ 52,816 bilhões, correspondente a 2,73% do PIB. As informações são do secretário do Tesouro Nacional, Tarcísio Godoy, acentuando que o resultado mostra que o governo conseguiu cumprir a meta estabelecida para o ano.
Em dezembro, contudo, o Governo Central apresentou um déficit de R$ 5,594 bilhões. Enquanto as contas do Tesouro apresentaram um déficit de R$ 3,502 bilhões, a Previdência teve resultado negativo de R$ 2,054 bilhões e o Banco Central um déficit de R$ 37 milhões. O déficit das contas do Governo Central em dezembro superou o teto das previsões de um grupo de 10 analistas do mercado financeiro, que previam que o saldo poderia ficar negativo de R$ 4,7 bilhões a R$ 5 bilhões.
Em nota divulgada ontem à tarde, o Tesouro afirma que o esforço fiscal do Governo Central em 2006 está em linha com o cumprimento da meta de superávit do setor público consolidado (União, estados, municípios e empresas estatais), de 4,25% do PIB. As despesas do governo central tiveram crescimento de 13,9% em 2006, maior do que a evolução das receitas, que tiveram expansão de 11,2% no ano passado. No período anterior (2005/2004), as despesas tinham crescido 16,2%, num ritmo menor do que a expansão das receitas. Em 2006, ano de campanha eleitoral, o governo aumentou os gastos, o que diminuiu o esforço fiscal.
Receitas
A carga tributária do Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) subiu em 2006. De acordo com os dados divulgados ontem pelo Tesouro Nacional, as receitas totais passaram de 25,21% do PIB em 2005 para 26,01% no ano passado. Como as transferências para estados e municípios aumentaram de 4,33% para 4,44% do PIB, a receita líquida do Governo Central avançou de 20,87% do PIB em 2005 para 21,57% do PIB em 2006. A carga das despesas também subiu no ano passado, de 18,15% do PIB em 2005 para 19,19%.
O esforço fiscal do Governo Central em 2006 teve uma ajuda extra com o pagamento maior de dividendos pelas empresas em que a União detém participação acionária, como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. O caixa do governo, com esses recursos, dobrou em 2006 em relação ao ano anterior, atingindo R$ 9,740 bilhões ante R$ 4,854 bilhões em 2005.
O maior reforço veio do BNDES. Em 2006 o banco pagou R$ 3,041 bilhões em dividendos, ante R$ 775 milhões em 2005. A Petrobras transferiu ao Tesouro em 2006 R$ 2,340 bilhões. Em 2005, a transferência da Petrobras ficou em R$ 1,684 bilhão. O Banco do Brasil deu uma contribuição de R$ 2,265 bilhões em dividendos, valor bem acima dos R$ 641 milhões pagos em 2005. A Caixa Econômica pagou em dividendos R$ 1,1 bilhão em 2006, ante R$ 503 milhões em 2005.
Gastos serão mais transparentes
Rio (AE) – A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que os gastos do Tesouro com a Previdência serão divulgados com maior transparência a partir de agora, sem conseqüências para o superávit primário. “O que achamos é que é computado como déficit previdenciário uma série de políticas públicas que não têm nada a ver com Previdência”, explicou ontem, em visita ao Rio.
Como exemplo, ela citou que toda a política de subsídio ao idoso, toda política de aposentadoria rural são computadas como déficit. “Todas essas políticas vão ser contabilizadas à parte, vão ter então uma contabilização correta do que vai ser déficit da Previdência e do que é política pública, que não pode ser assumida pela Previdência”, disse a ministra.
Dilma explicou que, muitas vezes, “se exige que a Previdência faça um esforço para solucionar algo que não depende dela”. Segundo ela, “o que muda é a contabilidade pública disso, permitindo uma maior transparência e que a gente verifique as diferenças. Não é uma manobra contábil, é uma contabilização correta e transparente”.

Folha de Londrina http://www.bonde.com.br

Estado anuncia rotas alternativas ao pedágio
Governo vai investir R$ 200 milhões em cinco eixos rodoviários do Interior para servir de fuga às estradas pedagiadas
O Paraná contará com vias alternativas às rodovias pedagiadas em todo o interior do Estado. O anúncio foi feito ontem pelo governador Roberto Requião (PMDB) que assinou a licitação de obras das chamadas ”Estradas da Liberdade” (promessa de campanha na reeleição do ano passado) nas regiões Oeste e Noroeste. Nas duas licitações assinadas na reunião semanal do secretariado, serão investidos R$ 11 milhões. ”Essas serão alternativas às pedagiadas. Já podemos usar essas vias atualmente. Mas isso não é de domínio público. A intenção agora é incentivar o trânsito sem pedágio”, disse Requião.
O governo pretende investir nos próximos quatro anos R$ 200 milhões no programa ”Estradas da Liberdade”. Apenas não está prevista a criação de uma via alternativa ao pedágio da BR-277 que liga Curitiba ao Litoral. De acordo com o secretário de Estado dos Transportes, Rogério Tizzot, foram estudadas algumas alternativas, mas nenhuma foi tecnicamente aprovada. Nem mesmo a Estrada da Graciosa teria condições de abarcar o fluxo de veículos pela BR-277 – até por conta do movimento de cargas pesadas para o Porto de Paranaguá. ”Não existe via alternativa”, confessou Tizzot.
O ”Estradas da Liberdade” deverá ter até o final de 2010 pelo menos cinco grandes eixos rodoviários onde o motorista poderá trafegar sem a cobrança de pedágio. O primeiro eixo vai ligar Curitiba à região de Londrina via Estrada do Cerne. ”Essa rota seria uma alternativa para a rodovia do Café. Quando estiver concluída, vai evitar quatro praças de pedágio”, detalhou Tizzot.
A segunda rota faz a conexão do Sudoeste do Paraná com a região Metropolitana de Curitiba. São mais de 500 quilômetros de extensão que desviam de mais quatro praças de pedágio. Para ligar as regiões Noroeste e Oeste sem o pagamento de pedágio, foi estabelecida uma rota entre Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu.
A quarta opção evita uma praça e faz a ligação entre Campo Mourão e Ponta Grossa através de Reserva e Cândido de Abreu. O quinto eixo conecta as duas cidades por meio da rodovia entre Rolândia, Jaguapitã, Iguaraçu, Astorga e Atalaia, que viabilizará a viagem entre Paranavaí e Londrina sem a cobrança do pedágio.
Requião e Tizzot tambpem se posiconaram contra o pedágio federal no Paraná. Caso seja realizada a concorrência para concessão de rodovias federais que atravessam o Paraná (casos da BR-376 e da BR-116), Requião promete que o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) irá participar da licitação.
”Já demonstramos com clareza que o Paraná e o Brasil não precisam de pedágio. Já temos os pedágios, que são os impostos cobrados dos cidadãos, sem barreiras. Dá para recuperar com os tributos. Se licitarem o pedágio, nós vamos nos habilitar na concorrência para que o DER possa ser o dono dessas concessões”, afirmou Requião.
Tizzot disse que um estudo técnico e jurídico sobre o tema já está sendo realizado internamente pela Secretaria de Estado dos Transportes.

Agência Carta Maior http://agenciacartamaior.uol.com.br

Governo prepara mudança contábil que reduz pressão por reforma
Fazenda analisa ajuste que retira o peso das benesses fiscais e do não-repasse de verba carimbada das contas do INSS. Novo cálculo será levado ao Fórum Nacional da Previdência Social. Déficit com servidores federais atinge R$ 35 bi.

A equipe econômica do governo está estudando uma proposta que muda a lei do INSS e reordena as contas da Previdência Social de um jeito que enfraquecerá a tese de que o sistema precisa cortar benefícios para escapar de uma suposta falência iminente. A proposta se baseia em alterações contábeis para impedir que benesses fiscais dadas pelo governo na Previdência e o não-repasse de verba própria do INSS (uma parte da CPMF) afetem o caixa do sistema e mostrem uma diferença entre receitas e despesas maior do que a verdadeira.
A reengenharia foi rabiscada pelos ministérios da Previdência e do Planejamento e está sob exame do Ministério da Fazenda. Caso a Fazenda concorde com a idéia, a implementação deverá ser feita por meio de uma medida provisória (MP) assinada do presidente Lula. “É um ajuste contábil que não afeta as contas fiscais, apenas apresenta os números da Previdência de maneira diferente”, disse, nesta terça-feira (30), Tarcísio Godoy, secretário do Tesouro Nacional, repartição da Fazenda que controla o caixa federal.
Segundo Godoy, do ponto de vista da equipe econômica, uma eventual mudança na direção proposta daria mais transparência às contas do governo e teria repercussão favorável no chamado “risco-país”. Este risco é uma espécie de tabela de juros que o “mercado” internacional estabelece para países que precisam de dinheiro emprestado.
Mais do que a implicação técnica apontada pelo Tesouro, contudo, a proposta tem forte impacto político. Se vingar, influenciará decisivamente os rumos do Fórum Nacional da Previdência Social, com instalação prevista para 12 de fevereiro. No Fórum, trabalhadores, empresários e ministros vão debater o rearranjo futuro do sistema previdenciário. E o ponto de partida será o retrato contábil do INSS. Um déficit maior favorece os empresários, que querem corte de gastos. Um resultado menor facilitará a tentativa dos trabalhadores de preservar direitos.
No ano passado, quase metade do descompasso entre receitas e despesas do INSS foi causada pelas situações contábeis que os ministérios da Previdência e do Planejamento querem mudar. Os respectivos números foram de R$ 20 bilhões e R$ 42 bilhões. É para descontaminar as finanças do INSS antes do Fórum, que o Ministério da Previdência defende que o presidente Lula baixe uma medida provisória sobre o assunto.
Além disso, a pasta acha fundamental dar força de lei à nova apresentação das contas, para fugir de uma suposta má vontade da imprensa. Desde maio do ano passado, sempre que divulga os resultados mensais do INSS, o ministério oferece dois números, sendo um deles obtido por meio de parte da contabilidade em estudo. É o resultado considerando a fatia de 26% da arrecadação da CPMF que, pela Constituição, pertence ao INSS. O ministro Nelson Machado reclama que a imprensa boicota o resultado com CPMF.
Servidores públicos
No ano passado, o governo federal teve um déficit de R$ 35,1 bilhões no pagamento de quase 600 mil funcionários públicos aposentados, 9% acima de 2005, segundo um relatório divulgado nesta terça-feira (30) pelo Tesouro Nacional.
Para tentar equilibrar as finanças com servidores aposentados, o governo pretende regulamentar a criação de fundo de pensão para servidores que desejem ganhar acima de um determinado valor. A criação do fundo está prevista desde 1998, embora suas regras gerais tenham sido alteradas em 2003. A regulamentação é uma das medidas incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Nota 10 – Notícias da Educação http://www.nota10.com.br

UEL fará teste seletivo para temporários
A Universidade Estadual de Londrina (UEL) está com inscrições abertas para teste seletivo público para contratação de Professor Colaborador Temporário para diversos Centros de Estudos. Para se inscrever o candidato precisa apresentar cópia do RG e do CPF e Curriculum Vitae documentado. As inscrições devem ser feitas na secretarias dos departamentos até dia 26 de janeiro.
Há uma vaga no Departamento de Psicologia e Psicanálise, na área de Fundamentos e Medidas da Psicologia. Mais informações pelo telefone (43) 3371-4397. Há também uma vaga no Departamento de Ciências Contábeis, na área de Sistemas de Informações Contábeis e Gerenciais. Informações pelo telefone (43) 3371-4265.
No Departamento de Administração são duas vagas na área de Administração/Sistemas Gerenciais/Ênfase em Tecnologia da Informação e duas vagas na área de Administração/Marketing, Informações pelo telefone (43) 3371-4275.
No CCS há uma vaga no Departamento de Saúde Coletiva, área de Saúde Coletiva/Enfermagem. Mais informações pelo telefone (43) 3371-2274. No Departamento de Ciências Farmacêuticas, vaga área de Nutrição/Nutrição Clínica e Dietoterapia. Informações pelo telefone (43) 3371-4565.

Folha de São Paulo http://www.folha.com.br

Deputados aprovam reajuste de 60% para os próprios salários em Alagoas
Em meio a uma crise financeira no Estado e três dias antes do final do atual mandato legislativo, os deputados estaduais de Alagoas aprovaram um reajuste de 60% nos próprios salários.
Já a partir deste mês, os subsídios dos parlamentares passarão de R$ 6.000 para R$ 9.635,25, o valor máximo previsto pela Constituição. Os deputados aprovaram também o aumento da verba destinada à contratação de assessores –de R$ 17 mil para R$ 50,8 mil mensais.
Em dezembro, eles já haviam aprovado o aumento de R$ 30 mil para R$ 45 mil da verba para gastos de gabinete. No total, cada um dos 27 deputados estaduais de Alagoas passou a custar R$ 105,45 mil por mês.
O deputado reeleito Arthur Lira (PMN), atual primeiro-secretário da Mesa Diretora, disse na semana passada que o Legislativo remunerava mal seus assessores e que, por isso, era necessário o aumento.
Vitória dos deputados
A aprovação dos reajustes, com o voto de 17 dos 27 deputados da Casa, foi uma vitória da atual composição da Assembléia sobre o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e acontece no momento em que o Executivo barrou o repasse de R$ 8,6 milhões para o Legislativo previsto para janeiro. A disputa está na Justiça.
Os projetos de lei que reajustavam os salários e aumentavam a verba para contratação de assessores haviam sido aprovados em plenário no dia 26 de dezembro do ano passado, mas foram vetados pelo governador.
A justificativa dada por Vilela Filho para os vetos foi a de que os projetos não respeitavam a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Em sessão extraordinária, os deputados derrubaram o veto. Na mesma sessão, os parlamentares impuseram outras derrotas ao governador.
Foi aprovado um projeto de resolução, apresentado pelo deputado Paulo Fernando dos Santos (PT), que anulou o decreto de Vilela Filho que suspendia o pagamento dos reajustes salariais dados em 2006 aos servidores públicos.
O governador já havia recuado da decisão, mantendo a suspensão dos reajustes apenas para os professores estaduais, mas resistia em revogar o decreto.
PDV
Os deputados derrubaram também o veto ao projeto de lei que permite a reincorporação dos servidores que aderiram ao Plano de Demissão Voluntário feito em 1996.
Parte dos parlamentares da base de apoio do governador na Assembléia está desde anteontem reclusa no resort Xingó Parque Hotel, em Canindé do São Francisco (SE), e não participou da sessão. Eles deverão deixar o local amanhã, pouco antes da sessão de posse, quando será eleita a nova Mesa.
Para reverter a derrota, Vilela Filho publicou ontem um novo decreto no qual mantém a suspensão do reajuste apenas aos professores. Em nota, o governo informou que a Procuradoria Geral do Estado irá analisar as decisões do Legislativo para que sejam propostas ações judiciais contra os aumentos.
Greve da polícia
A Polícia Civil decidiu hoje em assembléia retornar ao trabalho. Eles estavam em greve desde o último dia 16 para pressionar o governo a pagar o salário integral. Os professores e setores da saúde e os professores mantêm a paralisação.
Segundo o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) de Alagoas, Izac Jackson, mesmo que os servidores voltem ao trabalho, há o compromisso dos dirigente sindicais em manter a pressão para que o governo pague a isonomia dos professores.

O Estado de São Paulo http://www.estadao.com.br

Mudança nas contas do INSS abre discussão sobre reforma
O governo quer estabelecer novas bases para a negociação política de uma futura reforma na Previdência com a mudança no cálculo do déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o ministro da Previdência, Nelson Machado, essa mudança facilita o debate.
O ministro disse que ainda não existe a decisão de fazer legalmente o novo cálculo – seja por medida provisória (MP) ou projeto de lei -, mas a transparência nas contas “vai qualificar a discussão” e rebater o discurso de que a Previdência, na verdade, não tem desequilíbrio. “Na nebulosa total dos números, há quem fale até em superávit na Previdência.”
A nova contabilidade retira das contas de Previdência despesas que não deveriam ficar a cargo do INSS – como aposentadorias da área rural – e as renúncias fiscais que reduzem a receita do sistema. “Acho que é o momento de debater se tornamos essa contabilidade legal ou não, mas enquanto o presidente (Lula) não decidir não posso falar em projeto de lei ou MP.” Segundo o ministro, a discussão técnica está sendo feita entre os Ministérios da Previdência, da Fazenda e do Planejamento.
Na prática, a alteração não muda o fato de o Tesouro Nacional, que já cobre o déficit nas contas do INSS, continuar a fazer isso. No entanto, se forem passados da Previdência para o Tesouro os R$ 11,4 bilhões concedidos em 2006 como renúncias previdenciárias às micro e pequenas empresas optantes do Simples, entidades filantrópicas, exportações de produtos agrícolas e devolução da CPMF aos segurados que ganham menos de três salários mínimos, o rombo de R$ 42 bilhões de 2006 cairia para R$ 31,4 bilhões.
O rombo do ano passado cairia quase 43% se fossem ainda retiradas as renúncias de R$ 6,5 bilhões arcadas pela Previdência por causa do regime diferenciado de contribuição dos pequenos produtores rurais (segurados especiais), empregadores rurais, empregador doméstico e clubes de futebol. Somando-se isso, haveria redução de R$ 18 bilhões no déficit oficial.
Se for editada uma MP ou enviado um projeto de lei para alterar a contabilidade da Previdência, terão de ser mudados artigos das leis 8.212 e 8.213 que tratam do financiamento da seguridade social e do pagamento de benefícios, em vigor desde 1991. Independentemente de fazer isso por lei, o ministro voltou a dizer que pretende divulgar mensalmente as contas da Previdência por essa nova metodologia. “Assim, vamos clarear e qualificar o debate, para que a sociedade compreenda que existe um déficit sim, mas não nas bases que historicamente se fala”, disse Machado.

O Estado do Paraná http://www.parana-online.com.br

Desocupar a moita
Fábio Campana
Para segurar o PT no governo, Requião está disposto a mandar Emerson Nerone cantar em outra freguesia.
A Secretaria do Trabalho ficará livre e desimpedida para André Vargas, que hoje senta-se com o governador para as providências finais.
É o que diz o procurador-geral do Estado, Sérgio Botto de Lacerda, que sabe muito bem o que fala. A notícia foi comemorada em Brasília, durante almoço que reuniu a trinca forte do PT nativo: Paulo Bernardo, Angelo Vanhoni e o próprio André Vargas.
Essa gente não perdoa o Nerone pelos três anos de conluio com o Padre Roque ao mesmo tempo em que descia a borduna no presidente Lula.
Como se vê, o PT terá o espaço que deseja e de nada adianta a tigrada do PMDB protestar e fazer beicinho. Hermes da Fonseca deve ocupar a diretoria administrativa da Sanepar. A diretoria comercial será de Natálio Stica. Os dois assumem em pleno imbróglio da Pavibras, a empresa que passa por suspeição de ter superfaturado a obra interminada de saneamento do litoral.
Ora, pois, o PMDB terá de compreender que a política de aliança fundamental de Requião para este mandato é o casamento com o PT. Aqui e em Brasília. Tudo o mais passou a plano secundário.
O problema é que há muito político no PMDB olhando o quadro de outro ângulo, o das próximas eleições municipais. Muitos deles são adversários do PT em suas paróquias e, por isso mesmo, não gostam de ver o partido de André Vargas fortalecido.
Em outra paragem, o PMDB de Doático Santos se entendeu com Rafael Greca de Macedo, após longa noite de ternura e conversas esclarecedoras à beira de bom vinho. Diga-se: a capacidade de convencimento e sedução de Greca de Macedo é fora do comum. Arrancou lágrimas do interlocutor.
Assim, Requião arma o governo abrindo espaço para os aliados. Como não é possível que dois políticos ocupem o mesmo cargo ao mesmo tempo, alguém ficará de fora. Ora, pois, alguns peemedebistas são convidados a desocupar a moita.
Boicote ao pedágio nas rotas alternativas
Ontem, na escolinha das terças, Requião anunciou o programa de vias alternativas para driblar as estradas pedagiadas. O custo será de R$ 200 milhões nos próximos quatro anos e dará ao cidadão o direito de escolha. Daí o nome, Estradas da Liberdade.
Hermas Brandão pede mais 30 dias
Hermas Brandão protocolou pedido de prazo para assumir a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas. Deverá assumir o posto no dia 3 de março.
Decisão provoca azia e erisipela
Os deputados estaduais não engoliram a notícia de que o governador Requião teria vetado o projeto aprovado pela Assembléia que cria um fundo de pensão para a aposentadoria de suas excelências.
Viagem para fazer um convite inadiável
João Arruda e Rodrigo Rocha Loures embarcaram ontem para Brasília, com a finalidade de fazer o convite formal para o deputado federal Odílio Balbinotti, do PMDB, assumir a coordenação política do partido em Maringá e região.
Integração entre Paraná e Mato Grosso do Sul
O senador Osmar Dias saiu da reunião disposto a encaminhar ao ministro Tarso Genro, nos próximos dias, uma série de sugestões para o PAC: “Os estados devem opinar sobre a prioridade das obras. O término da Estrada Boiadeira, por exemplo, não foi contemplado”, apontou o senador.
Lei Kandir é injusta
“Até hoje, o fundo de compensação da Lei Kandir só existe no papel. Não é justo que o Paraná, que contribui tanto com a produção de alimentos para o país, não receba uma compensação por isso.
No documento que vou enviar ao Tarso Genro, essa será uma das principais reivindicações”, informa Osmar Dias.
Alvaro quer menos deputados e vereadores
Em entrevista à Agência Senado, ontem, o senador Alvaro Dias (PSDB) avisou que irá defender a redução do número de deputados federais, estaduais e vereadores. Alvaro estuda o percentual de corte, que deve ficar perto de 21%. De 513 deputados federais, por exemplo, sobrariam 407.
Dá-lhe boca de urna!
Se depender do prefeito de Curitiba, Beto Richa, o deputado federal Gustavo Fruet já está eleito. Pendurado no telefone nas últimas semanas, Beto estará em Brasília para a eleição. Chega cedo e só sai depois de apurados os votos.
Beto cria escola no Abranches
Hoje pela manhã, o prefeito Beto Richa autoriza a construção da primeira escola municipal do Abranches. Orçada em R$ 2,7 milhões, a obra atenderá 660 crianças. Antes, elas utilizavam um ônibus cedido pela Prefeitura para estudar nas escolas mais próximas.
Artagão não dá nome aos bois
A assessoria do deputado Artagão Júnior não entrega o jogo, mas se mostra tranqüila: “Nove deputados do partido acenaram que, no dia 1.º, votariam em Artagão para ocupar a liderança do PMDB na Assembléia”.
Ratinho no PSB?
Entre os que discutem o futuro de Ratinho Júnior, o PSB é o favorito. Mas, a legenda é cuidadosa: “A entrada de um deputado federal precisa ser aprovada pela executiva nacional”. Chance de veto? Nenhuma.
PRB confirmará aliança com o PT
O PRB de Edson Praczik decide o futuro na próxima semana, de 5 a 10 de fevereiro, quando os diretórios estaduais e nacional se reúnem. Candidato próprio em 2008? “Não, obrigado. Devemos compor uma chapa com outros partidos”, avisam os assessores.
Mocidade Azul está dividida
Está armado o bafafá. Faltando pouco tempo para a liberação do dinheiro da Fundação Cultural de Curitiba que financia o Carnaval em Curitiba, duas diretorias disputam a verba destinada ao Grêmio Mocidade Azul.
Sudeste maravilha
O Cadastro da Educação Superior identificou 8.866 cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) em funcionamento no País.
A maioria na região Sudeste: 4.955 (55,9%). As regiões Centro-Oeste e Nordeste somam mais de 1.200. Marcas bem superiores aos 951 registrados na região Sul.
Curtas
* Roteiro para desasnar: leia Mulheres que falam demais e homens que falam de menos, de Denise Cury; confira hoje à noite o show da banda Excelsior, no palco do Wonka; veja a peça, que estréia hoje, Salomé: um sonho de Oscar Wilde, no Espaço Cultural Falec.
‘Vou a Brasília acompanhar a eleição do Gustavo e tenho fé na vitória.’
Beto Richa (PSDB), prefeito de Curitiba.

Gazeta do Povo http://www.gazetadopovo.com.br

Notas Política
De fora – A declaração de Requião foi uma resposta às reivindicações apresentadas por 12 governadores da base aliada e da oposição, em Brasília. “Que tratem de aprovar o PAC, que não é perfeito, pois não existe perfeição, mas é o primeiro passo”, disse Requião.
Encontro – O senador Osmar Dias (PDT) encontrou-se ontem com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o senador, a conversa sobre o Ministério da Agricultura ficou para depois da eleição da Mesa Diretora da Câmara Federal. A pauta de ontem se restringiu ao PAC. Lula pediu sugestões ao senador nos setores da agricultura. E Osmar as deu. Mas fez reivindicações para a área do Turismo também.
Carta – Em carta oficial que será encaminhada a Ta

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