FSM) aporta pela primeira vez em solo africano. Dia 20, sábado, o FSM abre, com grande marcha, a sua sétima edição, na cidade de Nairóbi, capital do Quênia.
Até dia 25 de janeiro o evento botará em pauta por meio de seminários, conferências, debates ou oficinas uma série de temas que propõem uma ordem mundial alternativa ao modelo neoliberal, ao imperialismo.
Por ser feito em terra africana, o evento destacará sobretudo os problemas sociais, econômicos e políticos dos países do continente. Guerras, migrações e aids são os principais problemas das nações afro.
Definidos por consultas aos participantes do Fórum pelo mundo afora, nove eixos temáticos nortearão os trabalhos.
Eixos temáticos
_x0007_ mundo de paz, justiça, ética
e respeito das espiritualidades
_x0007_ fim do domínio das multinacionais
e capital financeiro
_x0007_ acesso universal aos bens
comuns da humanidade
_x0007_ conhecimento e informação
_x0007_ dignidade, diversidade
igualdade de gênero
_x0007_ direitos econômicos, sociais,
humanos e culturais
_x0007_ ordem mundial baseada na
soberania, autodeterminação
_x0007_ economia centrada nos povos
e na sustentabilidade
_x0007_ estruturas democráticas e
instituições com participação
popular nas decisões e controle
dos bens e recursos públicos.
O Comitê Organizador também propôs série de atividades em parceria com o
Conselho Internacional do FSM.
Serão espaços para aprofundar debates sobre temas específicos: dívida, memória,
paz e conflito, comércio, mulheres, conhecimento e informação, meio ambiente, habitação, soberania dos povos, migrações, trabalho, HIV/aids e privatização.