Professores falam da Educação em Cuba

Os professores José Sariol Bonilla e Maria de Los Angeles Jimenez Pizarro, da Universidade de Granma, Cuba, estiveram na APP-Sindicato. Eles participaram de uma conversa que trocou informações sobre a experiência educacional cubana e a brasileira.
No início do encontro foi apresentado aos educadores cubanos um vídeo que relata um pouco da história de 59 anos da APP-Sindicato. Eles puderam conhecer aspectos das lutas de professores e funcionários de escolas do Paraná.
Em seguida, Bonilla falou rapidamente sobre a Educação cubana. Naquele pequeno país do Caribe o analfabetismo foi erradicado em 1961. O próprio professor foi alfabetizado com 9 anos durante este esforço revolucionário.
Segundo ele, hoje Cuba passa por outra revolução na Educação. Agora, para universalizar o acesso ao ensino superior, que é obrigatório e gratuito.
Na formação básica as turmas tem no máximo 15 alunos nos primeiros anos do ensino fundamental e 20 estudantes nos anos seguintes. Depois, o jovem cursa três anos pré-universitário, antes de ingressar no ensino superior.
Não há local em Cuba onde não são oferecidas condições de estudo. Mesmo nas montanhas, “onde há um único aluno é enviado um professor para ensiná-lo”, afirma Bonilla.
Os professores cubanos atuam na área de engenharia agronômica e estão no Paraná por acordo firmado entre o Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná e a Universidade de Granma, Cuba.

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