Em Oaxaca (México), uma greve de professores iniciada em maio detonou uma situação insurrecional permanente. O governador eleito neste ano tem sua legitimidade contestada pela população e acrise se agravou ainda mais com as denúncias de fraude nas eleições presidenciais. Até agora nem manobras políticas nem a violência de uma “guerra suja” conseguiram deter o movimento.
Quem nos conta esta história é o jornalista Luiz Hernández Navarro, editor de Opinião do jornal La Jornada, México, em artigo publicado pela Agência Carta Maior.
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