Tribunal dos Povos julgou Aracruz

A Aracruz Celulose, empresa monocultora de celulose de capital estrangeiro, foi julgada do Tribunal dos Povos às Transnacionais Européias e teve como testemunhas de acusação um indígena Guarani e uma agricultora do MST.
O evento fez parte da segunda edição do Fórum “Enlaçando Alternativas”, em Viena, na Áustria, entre 10 e 13 de maio. Apontada como responsável pela criação dos chamados “desertos verdes” de eucalipto e pinus, a Aracruz foi avaliada por sua atuação irregular no Brasil, que inclui o desrespeito à legislação ambiental e os efeitos nocivos à biodiversidade e aos recursos hídricos das regiões onde se instala.
A empresa é responsável também pela destruição de boa parte da Mata Atlântica, onde 220 mil hectares foram utilizados para o plantio dos eucaliptos, criando o chamado deserto verde.

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