A APP-Sindicato inicia hoje segunda-feira 22 de maio a agenda de luta em defesa da educação pública estadual.
Os professores e funcionários das escolas públicas colocam em marcha nesta segunda o estandarte da APP-Sindicato para percorrer as escolas de todo o Estado.
Tarefa é promover o debate educacional nas comunidades escolares.
Amanhã terça-feira dia 23 a APP-Sindicato coordena mobilização na Assembléia Legislativa para pedir aos deputados as aprovações dos projetos de leis nº 149/06 e 150/06.
O projeto de lei 149/06 equipara os salários dos professores aos dos agentes profissionais enquadrados pelo QPPE (Quadro Próprio do Poder Executivo).
O projeto de lei 150/06 cria o Plano de Carreira dos Funcionários de Escolas.
Os educadores devem lotar as galerias da Assembléia amanhã para defender as aprovações dos projetos.
Entre às 13h30min do dia 30 de maio e às 13 horas do dia 1º de junho os educadores fazem vigília de 48 horas no Centro Cívico, na praça Nossa Senhora da Salete, em Curitiba, para pressionar pela aprovação definitiva na Assembléia e sanção do governador Roberto Requião dos projetos da equiparação salarial e da criação do Plano de Carreira dos Funcionários.
A data 1º de junho tem significado especial: é a data-base dos servidores públicos estaduais, normalmente não observada desde o governo de Jaime Lerner; idem, o atual.
A agenda de luta faz parte de deliberação da assembléia estadual da APP-Sindicato realizada em 13 de maio, em Curitiba.
Na ocasião, a assembléia definiu calendário de mobilizações para mostrar a insatisfação professores e funcionários de escolas com a situação da educação pública, como as condições de trabalho e os baixos salários.
Dia 15 de junho partirá de Ponta Grossa a Marcha Pela Educação. Ela seguirá para Curitiba.
Uma caminhada que chegará em Curitiba dia 20 de junho, quando haverá com mobilização estadual.
A saída da marcha será no feriado de Corpus Christi, logo após uma celebração ecumênica. Um dia antes dos marchantes alcançarem a capital, 19 de junho, as aulas serão reduzidas para 30 minutos, com debates nas escolas.