Só não vê quem não quer. A mobilização dos professores e funcionários das escolas superou todas expectativas. Estiveram em Curitiba caravanas de trabalhadores da Educação de todas as regiões do Estado. Em diversas cidades ocorreram atos reforçando o movimento. Mesmo onde não ocorreram manifestações, a grande maioria das escolas estaduais paralisaram as atividades. Nos maiores centros a paralisação, chegou a superar 90%. No total, a direção sindical estima em cerca de 80% a adesão.
Em Curitiba, em 85% das escolas não teve aulas.
Em Londrina, 90% das escolas pararam e cerca de 1 mil educadores realizaram passeata pela cidade.
Em Foz do Iguaçu, a adesão chegou a 95% e a passeata reuniu 500 pessoas.
Em Paranavaí não foi diferente. O índice foi de 90% na cidade e 80% na região, apesar das ameaças do Núcleo Regional da Educação sobre a categoria.
No Núcleo Sindical de Toledo houve ato na cidade sede, com concentração na praça Willy Barth e 98% pararam. Em Santa Helena, 70% dos educadores pararam. Eles se reuniram em escola da cidade para debater as reivindicações da categoria.
O índice mais alto de adesão foi em Jacarezinho, com 98% das escolas paradas. Professores e funcionários se reuniram num clube local.
Em Cascavel 85% das 49 escolas ficaram sem aulas. Um ato público foi realizado no calçadão da Avenida Brasil, centro da cidade, com cerca de 300 pessoas. Os manifestantes entregaram panfletos à população.
Aproximadamente 300 pessoas participaram do protesto em Maringá. O ato começou às 8h30 na Praça Raposo Tavares, centro da cidade. Contou com faixas e sistema de som e durou pouco mais de duas horas.
A paralisação foi quase completa em Ponta Grossa, com adesão de 95%.
Estes são dados preliminares. Assim que os Núcleos Sindicais forem apresentando um balanço das atividades, estaremos divulgando.