Governo ataca a liberdade sindical

Para tentar conter a mobilização de professores e funcionários, que cresce nas escolas, o governo do Estado decidiu investir contra direção da APP-Sindicato, determinando o retorno à base de oito dirigentes sindicais.
Esta medida agride o preceito da liberdade de organização sindical, expresso na Constituição Federal. É direito dos trabalhadores elegerem livremente os dirigentes dos seus sindicatos e decidir quem serão liberados para atuar pela categoria. Ao governo é vedado qualquer tipo de intervenção.
Para justificar sua atitude, o governo se apega a uma lei de 1994, feita para restringir a liberdade de organização sindical. A lei é inconstitucional e é contestada por todos os sindicatos de servidores.
A direção da APP-Sindicato está tomando todas as medidas cabíveis para reverter mais este ataque, que não é o primeiro no atual governo.

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